Olinda

Olinda
Nas casas de Olinda, namoradeiras da vida real esperam na janela

Olinda era uma das cidades que mais ansiava por conhecer. Vizinha a Recife, ela é encantadora. O trajeto desde a Capital demora cerca de meia hora e sai por menos de R$ 4 (somente sete quilômetros as separam). Saindo de manhã e voltando no fim da tarde, o turista consegue visitar os pontos mais conhecidos do município.

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Apesar de estar na beira do mar, as atrações de lá nada têm a ver com a praia, mas com arquitetura, história, arte e cultura. Na Cidade Baixa estão a praia e um aperitivo do que mais se vê na Cidade Alta e em suas belas – e cansativas – ladeiras: igrejas e construções coloridas em estilo colonial (responsáveis pelo títudo de patrimônio cultural da humanidade da Unesco concedido a Olinda).

Olinda
Além da impressionante arquitetura de suas casas, as ladeiras de Olinda oferecem obras de arte
a cidade alta de olinda

A região mais movimentada é a do Alto da Sé. Ali está a Catedral da Sé, erguida em 1540, demolida, reconstruída e restaurada ao longo dos anos, mas que ainda apresenta um traçado semelhante ao original. No largo em frente à igreja ficam o mercado de artesanato e a feira de comida típica nordestina. A praça tamém tem um observatório e uma vista espetacular das costas olindense e recifense, principalmente ao pôr do sol.

Olinda
O pôr do sol em Olinda (com Recife ao fundo) fica mais atrativo visto do Alto da Sé

O Mercado da Ribeira é um bom lugar para quem quer comprar recordações artesanais (eu levei um pequeno guarda-chuva de frevo). O imóvel do século 17 possui características coloniais e serviu como o mercado público da época. O complexo consiste em um galpão, dois terraços e um pátio. No pavilhão central, estão expostos alguns dos célebres bonecos de Olinda. Outra opção de lembrancinhas são as máscaras de papel machê à venda em diversos ataliês espalhados pelas ruas, mas essas são mais caras.

TAPIOCAS DA VOVÓ

O descanso do sobe e desce das ruas do município se deu em um lugar tradicional: na Tapiocas da Vovó. Vestida de branco dos pés à cabeça, vovó conta sua história enquanto prepara o prato que aprendeu há 55 anos com a família. Próximo às mesas onde se degusta a iguaria, micos descem das árvores para comerem as bananas oferecidas pelo funcionário do local. A recomendação é que não se permaneça na parte alta da cidade após o anoitecer, pois se torna um pouco deserta após a debandada dos turistas.

ASSISTA AO VÍDEO DE OLINDA:

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