La Paz + El Alto

A Plaza Murillo é a principal de La Paz

La Paz, apesar de não ser a capital constitucional da Bolívia (que é Sucre), é a cidade mais importante do país. Na Plaza Murillo está o palácio presidencial, onde trabalha Evo Morales, e a catedral. Atualmente estão construindo um edifício moderno atrás da praça para novos escritórios da presidência, o que arruina o visual antigo da área. A vice-presidência e os governos da província e do município ficam todos nesta região.

A Calle Jaén mantém o estilo colonial

A algumas quadras dali está uma das ruas mais charmosas do município, a Calle Jaén, que mantém uma arquitetura colonial. Nessa passagem está o Museo de Instrumentos Musicales. Quem se interessa por esses objetos pode demorar até duas horas dentro do lugar, que conta com mais de 2,5 mil peças em exposição. A entrada custa 5 bolivianos (uns R$ 2,50).

No fim da estreita via está a galeria de um dos artistas visuais bolivianos mais consagrados, Mamani Mamani. É possível entrar e observar suas obras sem pagar. O Museo de Etnografia y Folklore, a 350 metros, também vale à pena conhecer. O ingresso sai 20 bolivianos (cerca de R$ 10) e permite que o visitante passe pelas diversas salas da entidade. As mais interessantes são a dos gorros e a das máscaras.

As máscaras do Museo de Etnografia y Folklore surpreendem

Ainda no centro está a Iglesia San Francisco, um dos pontos de referência da cidade. Há um museu que se pode visitar e subir em sua torre, de onde se tem uma visão aérea de La Paz. Atrás do templo está o Mercado de Brujas. São duas ruas cheias de lojinhas de artesanato e algumas com produtos para fazer bruxarias, como fetos de lhama.

SOPOCACHI E A NOITE PACEÑA

La Paz tem excelentes opções para quem gosta de curtir a noite. A maioria delas fica no bairro Sopocachi. Uma das danceterias mais conhecidas é a Malegria. Às quintas-feiras a entrada é grátis e há apresentação do grupo Saya Afroboliviana, com músicas e danças típicas dos descendentes de africanos na Bolívia. Um lugar mais alternativo é Ttkos, cuja decoração imita uma mina. Ele é conhecido pelo trago tutuma, uma mistura de várias bebidas servida em um porongo.

Para quem prefere lugares mais tranquilos, La Obertura é um café que tem a música como temática. No subsolo há uma galeria de arte (quando fui, havia uma exposição com capas de discos de artistas brasileiros como Vitor Ramil, Kleiton e Kledir, João Bosco e Vinícius de Moraes). A umas 10 quadras está o Costilla de Adán. Esse é um bar quase secreto que serve drinks especiais.

LA PAZ VISTA DE CIMA
la paz
O mirador de Killi Killi tem uma vista espetacular da cidade

Em Sopocachi também está um dos miradores mais populares de La Paz, o Montículo. Contudo, o Killi Killi, a menos de um quilômetro do centro, tem uma visão mais privilegiada. Para ter uma verdadeira ideia do tamanho e da geografia da cidade, o ideal é fazer um passeio nos teleféricos pacenhos. Por enquanto, são cinco linhas em funcionamento (verde, amarela, vermelha, azul e laranja), com previsão de inauguração de outras seis (branca, roxa, celeste, café, prateada e dourada). A passagem para cada linha custa 3 bolivianos (uns R$ 1,50).

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A ZONA SUL

Com o teleférico é possível chegar à parte mais chique do município, a zona sul. No bairro de Cota Cota há pequeno parque com uma lagoa. A entrada para a Laguna de Cota Cota custa 3 bolivianos (cerca de R$ 1,50). Já no bairro de Calacoto estão ruas comerciais e lojas e cafés de grife. Na rua 21 de Calacoto fica o Dots, que vende sorvete molecular, doce que nunca havia provado.

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Mais ao sul ficam duas maravilhas da natureza: o Valle de la Luna, a 45 minutos do centro, e o Valle de Ánimas, a uma hora e meia. O primeiro tem um ingresso de 15 bolivianos (uns R$ 7,50) para estrangeiros e a visita demora cerca de 30 minutos em uma trilha demarcada. Para o segundo é gratuito, mas é preciso explorar o local por conta própria.

Os edifícios pintados por Mamani Mamani ficam em El Alto

El Alto é um município ao lado de la Paz. Está a 4095 metros sobre o nível do mar. O acesso se dá pelo teleférico vermelho. Às quintas e aos domingos há uma feira a céu aberto, supostamente a maior da América Latina, com todos os tipos de produtos imagináveis. Mais afastados estão uns edifícios pintados pelo artista Mamani Mamani.

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