São Paulo: Paulista Aberta/ Largo da Batata

Paulista Aberta
Toda a extensão da Avenida Paulista fica aberta aos domingos e feriados

Um dos dias mais agradáveis que já passei em São Paulo foi um domingo na Paulista Aberta. Mal cheguei na avenida mais importante da cidade mais importante do país e já me encantei com aquela movimentação toda, pessoas passeando com o cachorro, praticando esportes, fazendo performances artísticas. Um clima realmente muito gostoso, apesar da fina garoa que caía de vez em quando.

A paulista aberta

A primeira vez que a Avenida Paulista foi fechada para veículos automotores aos domingos e feriados foi em junho de 2015. Agora, a ideia faz parte do Programa Ruas Abertas, criado na gestão Haddad um ano depois. O ponto de partida do meu passeio foi em frente ao Museu de Arte de São Paulo, pois o Pauliceia Hostel, onde me hospedei, era próximo dali. Depois de dar uma olhada na feirinha instalada no vão do Masp, comecei a caminhar em direção à Rua da Consolação.

A cuca monga

Música na rua na Paulista fechada no domingo? TEMOS!!!

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Parei menos de duas quadras depois para apreciar o show da Banda Cuca Monga. Devo ter ficado quase meia hora observando os quatro músicos com figurinos parecidos e que interagiam muito bem com o público. Quando aparecia uma criança, tocavam canções infantis em volume baixo, se alguém queria tirar uma foto, o faziam sem interromper a música, e até imitaram o som da ambulância que passava por ali para atender a um ciclista que havia caído.

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esporte e brincadeira na paulista

Acidentes não são comuns, mesmo com a grande quantidade de gente circulando pela avenida. Muitas pessoas andam de bicicleta, de skate, de patins, a pé e até fazem parkour. Mas todo mundo realiza sua atividade de maneira a não atrapalhar a circulação e respeitando um determinado espaço. E esses não são os únicos exercícios praticados na Paulista Aberta. Aulas de zumba também são oferecidas por instrutores em diversos pontos da via.

Além disso, em uma rua perpendicular à avenida, ao lado da loja da Nike, acontece o Projeto Jogadeira, criado pela ex-atleta de vôlei Ana Moser. Nele, educadores físicos voluntários organizam atividades esportivas e recreativas para o público. Ali tive a oportunidade de praticar, pela primeira vez, slackline. Com o auxílio de cordas em que me segurava com as mãos, consegui cruzar a fita de ponta a ponta.

mais música na rua

Segui caminhando e encontrei mais algumas apresentações de artístas que me chamaram a atenção. Uma delas foi a do Elvis da Paulista. Com um cenário consideravelmente elaborado para um espetáculo de rua, ele atraía os transeuntes com as canções e coreografias do Rei do Rock. Outras atrações que me fizeram demorar pelos três quilômetros de extensão da Paulista foram a The Original Wallies Band, a Théo com Sétima e banda do Instituto Federal de São Paulo.

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o largo da batata

Além da Paulista, outros lugares da cidade são pontos de encontro musicais e esportivos. O Largo da Batata é um deles. Dezenas de jovens se reúnem nessa praça no bairro Pinheiros. Eles praticam BMX e patins e dançam break ao som dos DJs. Também me deparei com a banda Calango Brabo, que se apresenta na Paulista a cada 15 dias e estava fazendo um teste nesse local.

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